POR QUE O RETORNO AO ESPORTE DEVE SER SUPERVISIONADO PELO FISIOTERAPEUTA ESPORTIVO?
- PHYSIOLAB

- 13 de fev. de 2024
- 2 min de leitura
Atualizado: 19 de fev. de 2024

As lesões esportivas fazem parte da carreira de qualquer atleta, seja no início de seu ingresso no esporte ou mesmo em uma fase com maior condicionamento e maturidade. São caracterizadas por injúrias a tecidos musculares, ligamentares, articulares, neurais, vasculares, ósseos, faciais, cutâneos ou mesmo relacionado a órgãos.
Por consequente, esportes coletivos e de contato (com objetos ou com outros atletas), apresentam riscos ampliados, já que o cenário esportivo neste caso, possui mais dinâmica de funcionamento assim como maior imprevisibilidade. Esportes individuas com exposição ambiental influente sobre a modalidade, como por exemplo, surf, slalom e moutain bike também está entre os esportes que exigem maior atenção e preparo de suas equipes de saúde, principalmente em situações de atendimento imediato.
A grande motivação de um fisioterapeuta esportivo é fazer com que um atleta saia de um estado de comprometimento funcional agudo e retorne para o seu esporte com riscos minimizados.
Como ocorre esse processo?
De forma resumida: para cada esporte existe um raciocínio e para cada atleta uma realidade. O fisioterapeuta esportivo trabalha sobre diferentes demandas de tempo e investimento, dependendo da sua realidade ou a se seu paciente.
Um atleta que se machuca 3 meses antes do campeonato mais importante de sua carreira, competirá ao lado de alguém que possa ter distendido uma coxa 1 semana antes do mesmo torneio. E nos dois casos, o fisioterapeuta esportivo possui competência para conduzir ambos os atletas as suas competições ou mesmo para auxiliar em importantes tomadas de decisão como por exemplo, a não participação da competição.
A fisioterapia do alto rendimento não permite que profissionais estipulem decisões de evolução no processo de reabilitação ou mesmo alta fisioterapêutica sem critérios rigorosamente atingidos. O famoso “Eu acho que fulano já pode jogar” nunca deveria ter feito parte de nossa profissão e por mais absurdo que pareça, já foi uma frase ouvida por muitos atletas.
Na imagem abaixo, temos o exemplo de um guia que inclui de forma global algumas etapas que estão presentes no processo de retorno ao esporte relacionado as lesões de concussão (traumas de cabeça). Vejam que para cada progresso, existem critérios que devem ser respeitados para segurança do atleta.

Sugerir que um atleta retorne para a quadra, sem avaliação biomecânica prévia, é como andar por uma estrada desconhecida, no escuro, sem GPS e em alta velocidade. Qual a chance de dar errado? Mais alta do que baixa!
Neste ponto, tenho orgulho de dizer que a equipe da PHYSIOLAB possui conhecimento e equipamentos necessários para investigar o potencial funcional de nossos atletas. Esse raciocínio não foi construído do dia para a noite, assim como a todo momento, nosso time de fisioterapeutas buscar atualizações científicas em relação a o que há de melhor na reabilitação esportiva.
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Texto escrito por:

Dra. Alana L. F. Tavares
Fundadora e CEO
Fisioterapeuta pela Universidade Estadual do Oeste do Paraná
Mestrado em Biociência e Saúde pela UNIOESTE
Especialista pelo COFITTO em Fisioterapia Esportiva
Sócia Sonafe
Docente universitária no curso de Fisioterapia
Osteopatia pela Escuela de Madrid



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